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A JAM no MAM é destaque no jornal britânico!

Você viu? A JAM no MAM foi destaque numa matéria publicada em julho passado no jornal inglês Financial Times. Com o título “Salvador de Bahia — the renaissance of Rio’s rival as a travel destination” (“Salvador da Bahia — o renascimento da rival do Rio como um destino de viagem”), o jornalista Paul Richardson publicou suas impressões da capital baiana a partir de uma viagem recente feita ao Brasil, onde destaca, além da JAM, o Pelourinho, o Fera Palace Hotel, os restaurantes Casa de Tereza e Paraíso Tropical, a Casa do Rio Vermelho e o Espaço Pierre Verger de Fotografia Baiana (Forte Santa Maria).

A matéria termina exatamente falando da JAM no MAM, utilizando a experiência musical vivida no Solar do Unhão para reforçar os lados positivos da visita a Salvador: “Aqui havia mais um exemplo da forma como esta cidade se abre, renovando-se e devolvendo”, escreveu o jornalista, lembrando o que muitos baianos e turistas já sabem: A JAM no MAM é um dos pontos altos da nossa cidade – e da nossa programação cultural!

Veja aqui a nossa tradução para o que foi dito sobre a JAM no MAM:

(...) Hora de dirigir-se ao Museu de Arte Moderna (MAM), onde todos os fins de semana uma sessão de jazz no pôr-do-sol, conhecida como JAM no MAM, reúne a nata dos músicos de Salvador. Quando peguei meu assento na esplanada ao lado do porto, algumas gotas gordas de chuva atingiram o pavimento, como se estivessem sendo torcidas, gota por gota, pelo ar pesado e úmido. A audiência naquela noite era racialmente mesclada, variada em idade e ouviam atentamente, às vezes balançando no tempo da música sinuosa, cheia de soul e com tons de samba. No lado do cais, uma pequena menina dançava em torno de seu pai deleitado. A banda, vagamente formada por saxs, trombetas e trombones, guitarras, piano e percussão, ampliou-se e contraiu-se casualmente, com muito entusiasmo entre os números, mas as improvisações foram focadas e rítmicas. Isso não era um delírio, mas uma flexão do braço musical sugerindo que a recente admissão de Salvador (em 2015) na rede das Cidades Criativas da Unesco era ricamente merecida. Aqui havia mais um exemplo da forma como esta cidade se abre, renovando-se e devolvendo. Em noites movimentadas no alto verão, explicou a garota sentada ao meu lado, a JAM no MAM pode atrair milhares de pessoas ansiosas para desfrutar do calor do ar noturno e do doce jazz brasileiro. De forma lenta, mas seguramente, em seu ritmo habitual e solto, descontraído, Salvador está em movimento.